AGATHA CHRISTIE

06/08/2018

Agatha Christie é referência quando se fala em romances policiais. Já conhecia sua fama antes de ler seus livros, mas recentemente iniciei minha caminhada pelas histórias da escritora pelo livro “O Assassinato de Roger Ackroyd”. Nunca pensei que iria gostar de romances assim, mas lendo esse, percebi que a autora consegue prender o leitor nas páginas de seus livros e criar uma curiosidade muito grande pela resolução da história. Seus romances policiais são cativantes. Fico impressionado com a criatividade, riqueza de detalhes e mistérios que ela consegue colocar em suas histórias e por isso escrevi esse texto exclusivamente sobre a autora.

Agatha Mary Clarissa Miller nasceu no dia 15 de setembro de 1890, em Torquay, condado de Devonshire, Inglaterra. Ela foi educada em casa e cresceu ouvindo as histórias de Arthur Conan Doyle, Edgar Allan Poe e Leroux, que eram contadas pela sua irmã mais velha, Madge. O incentivo da mãe, somado com o resfriado que a colocou de cama por alguns dias, fizeram com que Agatha começasse a escrever alguns contos.

Agatha se casou em 1914 com o coronel Archibald Christie, de quem herdou o sobrenome que se tornaria famoso como um dos maiores nomes dos romances policiais. Ela rodou o mundo com seu marido e teve uma filha, Rosalind. Seu casamento terminou em 1928.

Agatha Christie aceita o desafio de sua irmã: escrever um romance policial que ninguém conseguisse descobrir a identidade do assassino antes de terminar o livro. E assim surgiu “O Misterioso Caso de Styles”, seu primeiro romance, publicado no final da Primeira Guerra Mundial.

A escritora havia se alistado como enfermeira voluntária na Cruz Vermelha no começa da Primeira Guerra Mundial. Quando parou de exercer a enfermagem e foi transferida para o dispensário, Agatha Christie diz que, nesse novo local de trabalho, tinha muito mais tempo livre. Podia fazer o que quisesse desde que permanecesse no local. Ali a escritora organizava frascos de remédios e diz que estava rodeada por venenos, o que lhe deu uma ideia para um romance policial.

Agatha Christie começou a pensar em um detetive, mas não como Sherlock Holmes, e sim um detetive original, um personagem diferente. E foi assim que surgiu Hercule Poirot, um personagem que seria protagonista em várias outras histórias, mas que ganhou destaque no livro “O assassinato de Roger Ackroyd”, considerado sua obra prima, lançado em 1926.

Em 1930 ela se casa novamente com o arqueólogo Max Mallowan e viaja com ele pelo Oriente, lugar que ela gostou muito e que lhe serviu de inspiração para outros grandes sucessos como “Morte no Nilo” e “E no final a morte”.

Em 1971 ela recebe o título de Dama da Ordem do Império Britânico. Morre de causas naturais em 12 de janeiro de 1976, aos 85 anos, deixando um legado de Mais de 80 títulos, além de poemas, autobiografias e romances não policiais com o pseudônimo Mary Westmacott.

Este foi um resumo da vida e obra de Agatha Christie. Se quiserem mais informações, vou deixar os links para os sites onde fiz minhas pesquisas e onde contém a lista de livros da autora, caso alguém se interesse em ler ou apenas conhecer os títulos.

Referências:

L&PM

BIOGRAFIA

Livros

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