HI SCORE GIRL (ANIME) – 1ª TEMPORADA

15/01/2019

Para contrariar aqueles que dizem que eu só assisto Star Wars, venho falar um pouco sobre o anime Hi Score Girl, distribuído aqui no Brasil pelo serviço de streaming Netflix e baseado no mangá de mesmo nome, escrito por Rensuke Oshikiri.

Quando soube do que se tratava a história, não exitei em começar a assistir, afinal de contas o anime se passa nos anos 90 e está repleto de referências de jogos, principalmente fliperamas, que fazem qualquer amante de vídeo games que viveu nessa época sentir uma nostalgia gigantesca.

 

Gabinete de Mortal Kombat retratado no anime.

 

Haruo jogando Street Fighter no arcade original com botões hidráulicos.

Acompanhamos a história de Haruo Yaguchi, um estudante do ensino fundamental viciado em fliperamas, principalmente de luta. Sua vida gira em torno das casas de arcade e todo esse universo de dominar os novos jogos e se tornar o melhor, derrotando todos os adversários a partir do conhecimento das estratégias de cada personagem. Inclusive, considero esse o ponto alto do anime. As máquinas retratadas são reproduções muito fiéis das verdadeiras e as imagens in game mostradas são retiradas dos jogos de verdade.

 

Ono jogando Out Run.

A vida do garoto vira de ponta cabeça quando ele é derrotado facilmente na sua máquina favorita, Street Fighter II: The World Warrior, utilizando seu melhor personagem: Guile. E o pior de tudo, contra o até então subestimado personagem Zangief. Para sua surpresa, a pessoa que acabou de derrotá-lo era Akira Ono. Uma menina que estudava na mesma classe que Haruo e nunca falava nada com ninguém. A partir desse dia os dois começam a ter uma relação de amizade/rivalidade e talvez um amor mútuo a ser descoberto.

 

Haruo mostra seu TurboExpress para Hidaka.

A terceira personagem principal é Koharu Hidaka, uma menina cujo avô é dono de uma pequena loja com alguns fliperamas que é visitada de vez em quando por Haruo. Sua relação com o menino se estreita cada vez mais enquanto ela tenta entender o fixação dele pelos games ao mesmo tempo que percebe que ele só tem olhos para os jogos, gerando um conflito interno na personagem.

 

Minha opinião:

A coisa mais divertida do anime acaba sendo ver os fliperamas, os jogos retratados e a relação do personagem com esses mesmos jogos e os novos que são lançados enquanto o tempo passa na história. Já a parte do romance em si e o triângulo amoroso não me convenceram tanto.

Haruo pensando sobre Ghosts’n Goblins e Final Fight.

No mais a primeira temporada ainda tem pontos mais positivos e ainda assim é bem divertida e rápida de assistir com seus 12 episódios lançados.

 

E aí, já assistiu? O que achou? Deixe nos comentários.

 

Mas espera um pouco, esse papo de menina jogando fliperama? Será que meninas realmente jogam vídeo game? Saiba mais sobre o assunto nesse super episódio do nosso podcast:

VERSUS #22 – PÚBLICO ALVO DOS GAMES

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